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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

5 Alimentos para Fortalecer o Sistema Imunológico

O nosso sistema imunológico é responsável por manter as doenças afastadas. Podemos imaginar que ele funciona como um exército cujo papel é proteger o corpo humano contra microrganismos prejudiciais. Assim, quanto mais forte está a imunidade, menores são as chances de contrairmos problemas de saúde. E a melhor maneira de fortalecer o sistema imunológico é através da alimentação: Confira

1. Aveia
O cereal contém vitaminas E do complexo B, fibras e ácido linoléico. Esses componentes atuam diretamente no sistema imunológico, tornando-o mais forte. O ideal é comer 150g da farinha, farelo ou aveia em flocos para garantir os benefícios.

2. Chá Verde
A vitamina K e os polifenólicos encontrados na erva são os grandes responsáveis pelo efeito benéfico do chá. Eles funcionam como antibióticos naturais, inibindo a ação das bactérias em nosso organismo. Assim, o consumo do chá derivado da Camellia sinenis evita que a imunidade fique baixa.

3. Castanha do Brasil
Dois minerais presentes na castanha garantem o bom funcionamento do sistema imunológico: o selênio e o zinco. O selênio é antioxidante e melhora os processos de cicatrização. Já o zinco ajuda na prevenção de resfriados e gripes. A recomendação é de 2 unidades de castanha por dia.

4. Frutas Vermelhas
Amora, morango, framboesa e mirtilo são frutas menos consumidas no Brasil, mas ricas em benefícios para a saúde. Elas são fonte de ácido elágico, uma substância que tem ação antiinflamatória e anticancerígena. Além disso, o mirtilo (ou blueberry) melhora as funções cerebrais na terceira idade. A dose diária deve ser de 400g.

5. Iogurte
O iogurte é um alimento probiótico, que contém microrganismos benéficos para os seres humanos. Essas bactérias boas facilitam a absorção de nutrientes durante a digestão, atuam no controle do colesterol e previnem alguns tipos de câncer. A dica é tomar 200g de iogurte diariamente, dando preferências para os mais naturais.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Bikes antigas são usadas pra mudar a vida de pessoas em comunidades



Se chamam de bicimáquinas e são equipamentos feitos de bicicletas antigas, doadas por países como Estados Unidos ou Canadá à ONG Maya Pedal. Transformando o que já foram bikes e utilizando concreto, madeira ou metal, esta ONG oferece a comunidades na Guatemala uma forma sustentável de fazer ações que de outra forma necessitariam de energia elétrica para ser concluídas.

As bicimáquinas têm uma utilização muito ampla, mas podem incluir tarefas como moer grão ou até descascar legumes – basta pedalar. Com elas, um quilo e meio de café é moído em 1 minuto de pedaladas. 1 minuto é também o tempo necessário para tirar cerca de 10 galões de água de um poço com 30 metros de profundidade.


Em comunidades sem acesso a água potável, e sem energia elétrica, inovações como essa são preciosas e capazes de mudar vidas. Cada uma das máquinas é feita com o apoio de vários voluntários, o que leva a ONG a ser vista como uma verdadeira família.







sábado, 14 de setembro de 2013

Orcas são vistas em praia de Ilhabela



Na semana passada, os mergulhadores Gustavo Notari de Moraes, de Taubaté, e João Brom, de São José dos Campos, avistaram orcas (Orcinus orca), na Ilha Vitória, em Ilhabela. Eles afirmaram que havia pelo menos cinco ou seis nadando juntas, inclusive filhotes, e comunicaram o fato ao Instituto Argonauta.
O Oceanógrafo e Presidente do Instituto, Hugo Gallo Neto, explica que nesta época do ano, elas rumam em direção ao norte em busca de águas mais quentes. O último registro de aparecimento destes mamíferos na costa de Ubatuba é de 1991.

A orca pertence à família dos golfinhos e alimenta-se de peixes, moluscos, aves, tartarugas, focas, tubarões e animais de tamanho maior, como as baleias, quando caçam em grupo. É encontrada em todos os oceanos, podem medir até 10 metros e chegam a pesar cerca de oito toneladas. É o segundo mamífero de maior área de distribuição geográfica – logo a seguir ao homem, que é o único ser vivo a quem elas realmente devem 
temer. 


terça-feira, 10 de setembro de 2013

SANITÁRIOS ECOLÓGICOS E AUTO SUFICIENTES



Quando a Fundação Bill e Melinda Gates anunciou que queria reinventar a privada, a instituição provavelmente não esperava tantas ideias inovadoras para um dispositivo tão antigo.

O desafio é criar um sistema sanitário completo que dê jeito nos dejetos a um custo não superior a US$0,05 por dia por usuário, sem usar fossa séptica, sem produzir poluentes e sem depender de uma fonte externa de água.

Pode parecer muito, mas já existem propostas de todas as partes do mundo.
Além de elogiar e incentivar várias dessas ideias, a Fundação acaba de conceder financiamentos para o desenvolvimento de oito delas.


A primeira colocada, que receberá US$400.000 para desenvolvimento do protótipo, foi apresentada pela equipe de estudantes do professor Michael Hoffmann, da Universidade Caltech, nos Estados Unidos.



Banheiro sem esgoto

O projeto de sanitário autossuficiente usa um painel solar para alimentar um reator eletroquímico.

O reator quebra quimicamente os dejetos, produzindo fertilizantes e hidrogênio, que pode ser utilizado em uma célula a combustível para gerar eletricidade.

O reator também libera água, já devidamente limpa, embora não potável, que é reutilizada para dar a descarga. O excesso de água pode ser usado para irrigação.

Para evitar constrangimentos, os inspetores da Fundação Gates usaram quase 200 litros de uma pasta de soja e arroz para testar a privada-conceito ecológica. E funcionou.

Design de banheiro

O segundo lugar coube ao projeto da Universidade Loughborough, no Reino Unido, cuja privada produz carvão biológico, minerais e água limpa.

O terceiro lugar coube ao projeto dos engenheiros da Universidade de Toronto, no Canadá, cujo sistema também produz fertilizantes e água limpa.

O Instituto Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática recebeu a menção honrosa, graças ao design de seu toilet, considerada a privada mais bonita dentre as 22 que participaram da competição.



domingo, 8 de setembro de 2013

INSTRUMENTOS MUSICAIS RECICLADOS PARTE 2

RECO RECO





Materiais:

Uma garrafa de água de 5 litros, uma cana, canetas de plástico que já não escrevam e uma rolha ou a própria tampa da garrafa

Execução:


Cortas as pontas das canetas e retiras o filtro onde a tinta fica embebida (se sujares as mãos nesta operação, podes utilizar um algodão embebido em lixívia para as limpar). Com a cola de contacto (se não sabes utilizar esta cola, não te esqueças de ler as instruções do fabricante) faz a junção das canetas às reentrâncias do garrafão de água. Se passares a cana dum modo ritmado pelas canetas (não te esqueças de que a cola deve estar bem seca antes de tocares), logo ouvirás o som do teu Reco-Reco. No entanto se rachares a cana numa das extremidades o som é mais claro e forte. Se colares a cana à rolha ou à tampa do garrafão é uma sugestão que te dou para a cana ficar arrumada quando não utilizas o teu Reco-Reco.


CÍTARA



Materiais:

Caixa de sapatos de cartão forte, 2 ripas de pinho (30 x 3 x 1 cm), 8 camarões, 3 ripas de pinho (30 x 1 x 1 cm), 8 parafusos de 2 cm de comprimento, 60 cm de arame e fio de nylon de 1mm e 0,5 mm (2 metros de cada -pode ser fio de pesca).

Execução:

Faz um orifício redondo na tampa da caixa de sapatos (a boca ou abertura musical). Reforça a parte debaixo da caixa de cartão, com as ripas maiores. Podes colá-las ou pregá-las. Estas servem de reforço aos furos que vais fazer para aplicares os parafusos e camarões. Para aumentar a resistência da estrutura cola a tampa à parte de baixo. Fazes agora 8 furos equidistantes nos topos da caixa de cartão, que devem furar também a madeira. Neles enroscas, dum lado os parafusos e do outro os camarões. Na parte superior da Cítara, o tampo nos cordofones, tens de colocar dois apoios de cordas e um cavalete móvel, que fica no meio destes. Os pontos de apoio de uma corda devem ser finos e duros. Por esse facto, deves colocar sobre estes, um arame. A técnica é simples: com um serrote, fazes um rasgo ao correr da madeira, que serve de sulco para que o arame não se desloque. Finalmente vais colocar as cordas de nylon. As mais grossas, para as notas mais graves e as mais finas para as outras. O cavalete do meio deve ter uma inclinação de cerca de 60 graus e ficar o mais próximo possível dos carrilhões (os camarões). Deves afinar a tua Cítara, comparando as notas com as de outro instrumento, como um Orgão Electrónico ou uma Flauta de Bisel.

Como tocar:

As cordas na Cítara são beliscadas com uma palheta, igual à das violas eléctricas. A palheta, normalmente, é um pequeno triângulo de plástico. Procura no teu livro de música, modinhas simples, que tenham a extensão de uma oitava. Não te esquecendo de tocar todos os dias. Os grandes músicos, quando começaram, precisaram de trabalhar muito, para conseguirem a precisão desejada. Trabalha e vencerás.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Dia da Amazônia – O desafio de preservar o bioma


Comemorada no dia 5 de setembro, a Amazônia é um dos patrimônios naturais mais valiosos de toda a humanidade e a maior reserva natural do planeta. Com sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco milhões e meio de florestas, o bioma é fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e a conservação dos recursos hídricos.


“O Dia da Amazônia é um dia de celebração”, ressalta a secretária geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito. “Nós temos conhecimento sobre os problemas e desafios do bioma, mas muito mais sobre as ferramentas que precisamos para vencê-los e quais os resultados que devemos atingir. Nosso trabalho tem se pautado na proposição de uma agenda positiva para o desenvolvimento sustentável do bioma”, avalia.
Apesar de sua incalculável importância ambiental para o planeta, – como o habitat de inúmeras espécies animais, vegetais e arbóreas, e como fonte de matérias-primas alimentares, florestais, medicinais e minerais -, a Amazônia tem sido constantemente ameaçada por inúmeras atividades predatórias, entre elas a extração de madeira, a mineração, as obras de infraestrutura e a conversão da floresta em áreas para pasto e agricultura.


Para o coordenador do Programa Amazônia da organização, Marco Lentini, é fundamental informar à sociedade sobre as principais ameaças à biodiversidade da Amazônia e sensibilizá-la para a necessidade do desenvolvimento de uma economia verde para a região. “É importante conectar a conservação das florestas com seu uso sustentável, utilizando cada área de acordo com a sua vocação. Também queremos engajar as pessoas para que exerçam seu papel de cobrar e propor soluções positivas e sustentáveis para o bioma”, afirma.

O WWF-Brasil listou alguns dos temas atuais mais prioritários e urgentes, entre ameaças, desafios e oportunidades, que afetam ou contribuem com a preservação da Amazônia e de seus habitantes:  
- Manejo florestal e a valorização do uso das florestas
- Unidades de conservação
- Geração de energia
- Grandes empreendimentos
- Desmatamento e degradação florestal
- Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA)
- Mineração
- Pecuária




quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Aprenda a fazer instrumentos musicais reciclados

Aprender a tocar um instrumento musical é um desafio bacana que você provavelmente vai se arriscar em algum momento da vida. Seja na infância ou na fase adulta, a prática é considerada um hobby por muitos dos que praticam. Agora, o que você talvez não saiba é que o seu instrumento musical pode ser feito por você mesmo, a partir da reciclagem de materiais que tem em casa. Confira abaixo o passo a passo de três sugestões:



Pandeiro

Materiais: Um prato de vaso de plástico; oito tampinhas achatadas (com o martelo) e arame;

Como fazer:
1- Abra quatro fendas nas laterais do prato de vaso com o auxílio de uma serrinha manual. O espaço entre uma fenda e outra pode ser entre 8 e 10 cm;
2- Depois disso, faça um furo acima e um abaixo de cada fenda, com um prego;
3- Firme um pedaço de arame nos furos de cima do prato e perfure o meio das tampinhas;
4- Feito isso, prenda o arame nos buracos de baixo e fixe bem as tampinhas. Está pronto o seu pandeiro! Para personaliza-lo, pendure umas fitinhas.



Flauta D’Água

Materiais: 30 cm de cano fino de PVC; fita crepe; e uma bexiga.

Como fazer:
1- Grude o bico da bexiga na ponta do cano com a fita crepe;
2- Depois coloque um pouco de água dentro da bexiga. Só isso. Agora, é só tocar. Para conseguir notas musicais diferentes você pode adicionar mais água e ir puxando a bexiga com a mão.




Chocalho

Materiais: Uma latinha de refrigerante; pedrinhas; fita adesiva.

Como fazer:
1- Encha 1/3 da latinha com as pedrinhas pequenas;
2- Por fim, sele o furo da latinha com a fita adesiva, bem firme para que elas não escaparem. Se você quiser dar uma incrementada, pinte seu chocalho ou cole adesivos. Agora é só chacoalhar.




segunda-feira, 2 de setembro de 2013

SEMENTEIRA DE CASCA DE OVO


Esses vasinhos de casca de ovo biodegradáveis são perfeitos para semear sementes. Isso porque quando as plantas ficam grandes demais, é possível transplantá-las diretamente para o solo, com casca do ovo e tudo!

Passo 1:  Materiais
- Cascas de ovos
- Caixa de ovos
- Substrato
- Colher
- Furador (qualquer coisa longa e afiada)
- Faca
- Sementes





Passo 2: Prepare as cascas de ovos
Se você comer ovos, guarde as cascas e a caixa de ovos. Se você não comer, peça a um amigo para que guarde para você.
1. Cuidadosamente quebre o terço superior do ovo. Você pode fazer isso tocando o ovo na borda de uma bacia, ou batendo com uma faca afiada.
2. Esvazie os ovos completamente.
3. Lave bem os ovos.

Etapa opcional:
Se você está preocupado com a salmonela nas cascas de ovos, coloque as cascas vazias em uma panela de água fervente por alguns minutos.

Passo 3: Adicionar drenagem
Pegue a casca de ovo vazia e faça um buraco na parte inferior com o objeto pontiagudo. Se você estiver usando uma agulha fina ou pino, alargue o buraco um pouco com um alfinete ou prego pequeno. Este buraco fornece drenagem, então as raízes da sua planta não vão se afogar.

Passo 4: Adicione o substrato
Com uma pequena colher, encha a casca de ovo com substrato úmido.

Etapa opcional:
Se o substrato estiver seco, com uma garrafa com spray, pulverize o substrato com água.

Passo 5: Adicionar sementes
Pense sobre a quantidade de luz que você tem disponível em sua casa e jardim, e utilize as sementes que irão prosperar nestas condições. Plante suas sementes de acordo com as instruções. O pacote de sementes irá dizer-lhe o quão profundo plantá-las, ou verifique online essa informação.
Se você quer resultados rápidos, tente feijão ou pepinos – eles costumam brotar em alguns dias. Para pontos de bônus, use sementes que você salvou da safra do ano passado ao invés de comprar sementes.

Etapa 6: Enjoy!
Exiba seus tesouros verdes!
Caixa: Depois de ter plantado as sementes, você pode simplesmente colocar as plantinhas nas cascas de ovo, de volta na caixa. A embalagem proporciona uma base estável, com espaço para a drenagem, é freecycled e fica bonito.
Estufa Mini: Se você quiser manter suas mudas ainda mais confortáveis e promover um crescimento mais rápido, você pode colocá-las numa estufa de garrafa pet.

Etapa 7: Cuidar de suas plantas
Coloque seus vasinhos de ovo prontos em um local ensolarado, e regue-os diariamente com água para que o solo permanece úmido. Para facilitar o cuidado, você pode construir uma estufa simples em uma garrafa de plástico. Esse sistema funciona surpreendentemente bem.


domingo, 1 de setembro de 2013

FILTRO DO SONHOS GRANDE

FILTRO GRANDE COM 03 PENAS




TELHADO VERDE

O que é o telhado verde

Telhado verde é uma técnica usada em arquitetura cujo objetivo principal é o plantio de árvores e plantas nas coberturas de residências e edifícios. Através da impermeabilização e drenagem da cobertura dos edifícios, criam-se condições para a execução do telhado verde.






Vantagens do telhado verde:

- Criação de novas áreas verdes, principalmente em regiões de alta urbanização;
- Diminuição da poluição ambiental;
- Ampliação do conforto acústico no edifício que recebe o telhado verde;
- Melhorias nas condições térmicas internas do edifício;
- Aumento da umidade relativa do ar nas áreas próximas ao telhado verde;
- Melhora o aspecto visual, através do paisagismo, da edificação.