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terça-feira, 17 de agosto de 2010

QUEIMADAS EM MINAS

Faz um tempo que eu acho imbecís os métodos de combate as queimadas e incêndios no cerrado, já até falei disso , sem nenhum retorno ...
Será possível que vão continuar esperando a destruição previsível de milhares de hectares, como agora no "Parque das Emas" e "Parque do Lageado"...e outras áreas hoje...
Se manifestem, provoquem o Ibama a Agir, as brigadas anti-incendio a se manifestarem, cadê os Governos?? ?... tô cansado de ver aviaozinho jogando pouca água, isso não apaga nada hein, e o custo? deve ser ótimo só p agencia do avião e amigos...
Ou então os homens com "abafadores", uma simples haste com borracha na ponta... o pessoal deve sair muito queimado e correndo... será que não haveria nada mais eficaz e inteligente????? Eu pensei em abrir emergencialmente uma trincheira com trator de esteira, um "aceiro" para interrormper a passagem das chamas, rápido, barato e acredito, mais eficaz... com , aí sim, o apoio de muitos voluntários, uma campanha geral mesmo... Alguém poderia discutir encaminhar essas propostas , questões ?????.... Os parques ficam dias e dias, às vezes semanas queimando sem uma simples trincheira para junto com a ção de equipes, conter o fogo...e tratores parados, ??? Quantos animais morrem por isso??? haverá replantio das nativas???
Fica aí meu protesto e provocação para ações contra as queimadas no cerrado, etc...
Na china e outros países, pulverizam as nuves com gotículas que fazem chover para molhar regiões ressecadas, por aquí alguém seria capaz disto???

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

CRIAÇÃO DE BAIRROS ECOLOGICOS

É mais fácil do que parece construir um prédio ou mesmo planejar um bairro mais verde. Para isso, precisamos cumprir bem três etapas: idealizar um bom projeto, usar com inteligência materiais comuns e, por fim, aproveitar as novas tecnologias. Mas por onde começar quando os recursos são escassos?
Boa parte das pessoas pensa logo em tecnologia mais cara. Quando queremos economizar luz elétrica, a primeira coisa que vem à cabeça é comprar lâmpadas mais eficientes, certo?
Sim, correto, mas se o interruptor estiver longe do alcance, não vai adiantar nada. Óbvio? Nem sempre… já vi muito interruptor atrás de porta por aí, daqueles impossíveis de achar. Gastar tempo planejando a localização do interruptor pode parecer engraçado, mas custa pouco e dá resultado: fica fácil apagar a luz.
Por isso, pensar em um bairro antes de construí-lo, ou seja, estudar a fundo seu projeto, é a mais eficaz medida para barateá-lo. É o primeiro passo para construir um bairro verde e humanizado. Se é assim, quais os principais fatores em que devemos nos concentrar? O primeiro é bem posicionar as edificações levando em conta a incidência da luz solar e o regime de ventos, o que varia de região à região brasileira. No Rio grande Sul o sol é desejável no inverno, na Paraíba temos que ventilar os edifícios durante todo o ano e defendê-los do sol equatorial.
Colado em importância vem a área de lazer. Para que as pessoas se interessem pelo meio ambiente — e por elas mesmas — é essencial que ela seja atraente. De preferência, deve ficar no filé mignon do terreno. Em um projeto de bairro popular, nosso escritório agrupou os edifícios próximos a generosas áreas verdes. Além disso, adicionamos um cinturão arborizado ao redor da quadra, conectando as áreas de lazer e as edificações. Ah, e não se descuide do equilíbrio na relação entre piso impermeável (asfalto e calçadas) e permeável (grama e canteiros), fator que, junto com os espaços verdes, contribuirá para a absorção de águas pluviais, evitando enchentes no bairro e na cidade.
Em terceiro, o projeto paisagístico é essencial. Ele deve escolher com carinho as espécies de plantas e árvores a serem semeadas. No projeto de um hospital em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, evitamos o uso de palmeiras e castanhas, que atraem aves mais barulhentas, e priorizamos pequenas frutas e flores, atraindo sabiás, sanhaços e beija-flores.
Quando cuidamos desses três aspectos do projeto, eis os resultados: redução do consumo de energia, seja para a refrigeração ou aquecimento das residências, aproximação dos moradores com a natureza, melhora do micro clima, além de mais resiliência às chuvas. E o que é melhor, sem encarecer a empreitada. Apenas queimando um pouco mais os neurônios antes da construção para poupá-los dos problemas e estresses que viriam depois do término de um projeto negligenciado.

Um assalto á amazonia

Kadir van Lohuizen
A cada oito segundos, o equivalente a um campo de futebol desaparece na Amazônia brasileira. Nem tanto para a produção de madeira, mas para criação de pastagens. O Brasil, com 200 milhões de vacas, tem o maior rebanho comercial de bovino e é o produtor n º 1 de carne do mundo.

Segundo relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), o gado emite 18% mais gases de efeito estufa do que carros e é uma das principais fontes de degradação de terra e água. Hoje, por causa do gás metano liberado pelas vacas, a produção de carne é uma das maiores ameaças do aquecimento global.
O relatório observa que a pecuária utiliza 30 por cento da superfície terrestre do planeta, principalmente para pastagens permanentes, mas também incluem-se neste número 33 por cento das terras cultiváveis do mundo usados para produção de ração para o gado. É um dos principais motores do desmatamento, especialmente na América Latina, uma vez que as florestas são desmatadas para criar novas pastagens. Por exemplo, cerca de 70 por cento das florestas derrubadas na Amazônia foram para o pastoreio.
A maioria destes desmatamentos são ilegais. Na estação seca, a floresta está em chamas deixando um cemitério de árvores queimadas. Estes incêndios florestais também contribuem seriamente para o aquecimento global. Após a queima, os tratores limpam a área. Na maioria das vezes, a madeira que sobra é usada para produzir carvão vegetal nos fornos espalhados nos estados do Pará e Mato Grosso. Este carvão é usado nos altos-fornos no Brasil e no exterior. Depois que a terra foi limpa os aviões jogam sementes de capim para criação de pastagens.