É mais fácil do que parece construir um prédio ou mesmo planejar um bairro mais verde. Para isso, precisamos cumprir bem três etapas: idealizar um bom projeto, usar com inteligência materiais comuns e, por fim, aproveitar as novas tecnologias. Mas por onde começar quando os recursos são escassos?
Boa parte das pessoas pensa logo em tecnologia mais cara. Quando queremos economizar luz elétrica, a primeira coisa que vem à cabeça é comprar lâmpadas mais eficientes, certo?
Sim, correto, mas se o interruptor estiver longe do alcance, não vai adiantar nada. Óbvio? Nem sempre… já vi muito interruptor atrás de porta por aí, daqueles impossíveis de achar. Gastar tempo planejando a localização do interruptor pode parecer engraçado, mas custa pouco e dá resultado: fica fácil apagar a luz.
Por isso, pensar em um bairro antes de construí-lo, ou seja, estudar a fundo seu projeto, é a mais eficaz medida para barateá-lo. É o primeiro passo para construir um bairro verde e humanizado. Se é assim, quais os principais fatores em que devemos nos concentrar? O primeiro é bem posicionar as edificações levando em conta a incidência da luz solar e o regime de ventos, o que varia de região à região brasileira. No Rio grande Sul o sol é desejável no inverno, na Paraíba temos que ventilar os edifícios durante todo o ano e defendê-los do sol equatorial.
Colado em importância vem a área de lazer. Para que as pessoas se interessem pelo meio ambiente — e por elas mesmas — é essencial que ela seja atraente. De preferência, deve ficar no filé mignon do terreno. Em um projeto de bairro popular, nosso escritório agrupou os edifícios próximos a generosas áreas verdes. Além disso, adicionamos um cinturão arborizado ao redor da quadra, conectando as áreas de lazer e as edificações. Ah, e não se descuide do equilíbrio na relação entre piso impermeável (asfalto e calçadas) e permeável (grama e canteiros), fator que, junto com os espaços verdes, contribuirá para a absorção de águas pluviais, evitando enchentes no bairro e na cidade.
Em terceiro, o projeto paisagístico é essencial. Ele deve escolher com carinho as espécies de plantas e árvores a serem semeadas. No projeto de um hospital em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, evitamos o uso de palmeiras e castanhas, que atraem aves mais barulhentas, e priorizamos pequenas frutas e flores, atraindo sabiás, sanhaços e beija-flores.
Quando cuidamos desses três aspectos do projeto, eis os resultados: redução do consumo de energia, seja para a refrigeração ou aquecimento das residências, aproximação dos moradores com a natureza, melhora do micro clima, além de mais resiliência às chuvas. E o que é melhor, sem encarecer a empreitada. Apenas queimando um pouco mais os neurônios antes da construção para poupá-los dos problemas e estresses que viriam depois do término de um projeto negligenciado.
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